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sábado, 30 de abril de 2011

Tonelli

não preciso falar sobre ele, prefiro dizer tudo que eu penso pessoalmente.

Matheus Tonelli, te amo demais garoto!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

O que eu senti?


Estou aqui vestida com esse casaco preto, ele está um pouco fedido, mas é o que restou da roupa “limpa”. Ele está lá, se acabando... Tem quem fala que está querendo chamar a atenção, a minha não vai ser, e a sua? Acho que também não. Deixa, se ninguém liga por que se incomodar?
Eu estava sentada no banco dessa praça, quis me levantar por que o vi, estava péssimo... A mesma roupa de sempre, sim péssimo. Eu levantei, estava com dor nas nádegas de tanto esperar pro algo não esperável, mas esperei mesmo assim, eu o vi... Talvez fosse isso que o destino reservou, estava esperando por ele, não pelo fato de estar sofrendo de amores, não. Acho que o destino quis que eu esperasse para eu vê-lo tão abarrotado, triste, inconsolável. Mas o meu coração não pulou, não estremeceu, como antes. Ele ficou paradinho do jeito que estava. E ele passou, mas não me viu; Na volta para casa eu fui discreta, pensei como a vida é engraçada. Ora se ama e ora se odeia, ora quer ora não quer, ora você arrisca ora se arrepende. Eu não errei para aprender, só tive mais uma experiência de vida. Ele está chorando... Ora caro amigo... Você está com pena? Haha, nem eu.

sábado, 9 de abril de 2011

Engano.

Foi um dos piores sentimentos de raiva que eu tive até aquele momento da minha vida.
No meu interior eu queria matá-lo, socá-lo, arrancar seus olhos, mas eu o amava demais para isso, minha única alternativa foi ir correndo para casa.
Eu chorei, e chorei muito. Descontei a minha ira nos objetos que enfeitavam o meu quarto. Quebrei tudo. De alguma forma eu sabia que não daria em nada, mas só o que passava na minha cabeça naquele momento foi tirar todo o cheiro dele que estava entranhado em mim. Eu sofri, e sofri demais. Vê-lo falando que queria a minha amizade e passar uma borracha em tudo como se nada tivesse acontecido foi ótimo, o mal foi o que ele fez depois disso, me enganou. E por ele ter me enganado, de alguma forma foi um motivo para que eu o amasse ainda mais.
A minha dificuldade maior foi aceitar aquela adorável rejeição servida em uma bandeja de restaurante fino. Senti uma tristeza imensurável, uma ferida se abria no meu peito, tudo machucava. Tudo. Eu só queria voltar a ser feliz como éramos antes. Só o que eu desejava era ele, isso consumiu meus pensamentos, tudo estava se tornando mais intenso, tanto a minha raiva como o meu amor. Tudo perdeu o sentido, a dor era sufocante o ar me faltava e eu queria gritar, gritar muito alto, queria gritar esperando uma resposta, e ela não chegou. Se um dia eu encontrá-lo vagando em uma rua qualquer, terei o prazer de chegar perto de sua orelha e dizer:
Você foi a pessoa mais desejada que eu tive até hoje. Você é o melhor dos meus enganos.




                          By: Nay e Esther

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Pesadelo.

Aquilo era um sonho... Sim, eu sabia que estava dentro de um sonho, mas aquela cena me dava medo, não sei. Eu sabia que algo de ruim estava para acontecer, mas eu não sabia ao certo o que era. Eu estou dentro de um quarto todo branco, e uma pessoa no canto daquele quarto  estava com um pano preto por cima de si, segurava algo nos braços, eu sentia um cheiro horrível de carne apodrecendo, eu não conseguia identificar o que era.
Fiquei curioso em saber o que estava acontecendo, queria saber o que era em suas mãos, da onde vinha o cheiro e por que usava aquele véu negro cobrindo o seu corpo. Fui chegando perto, e à medida que eu ia andando mais perto daquela figura imóvel o cheiro de carne podre ia aumentando, aumentando... Chegou uma medida que eu não suportava mais o cheiro e tapei a minha narina.
Cheguei ao lado daquela mulher... Sim, era uma mulher, não sei bem ao certo por que tirei aquela conclusão, mas tinha porte de mulher, e ela gemia, mas não era um gemido qualquer... Era gemido de dor, angustia e desespero. Eu não sabia aonde enfiar as mãos, fiquei desconfortável, nada que eu fizesse ia fazer com aquela mulher calasse a boca, e então botei uma de minhas mãos no seu ombro.
Ela levou um susto e levantou o rosto, uma visão horrível, drástica... Ela era realmente a mulher mais feia que eu já vi na minha vida.
"O que aconteceu senhora, precisa de ajuda?"
Ela não muda de posição, a sua boca quase não se meche.
"Não preciso, só estou aqui para te mostrar uma coisa." 
"Que coisa?"
Ela destapa o que esta segurando com um dos braços, e eu descubro de onde aquele cheiro estava vindo, eu tive náuseas, e por um momento eu volto ao meu estado normal. Aquela criança devia ser um recém nascido, ele estava apodrecendo em vida, sua carne era preta, tenebrosa, eu me sinto desesperado. Para que eu queria aquela criança? Quem quer ter um filho cuja carne está apodrecendo? Seria verdadeiramente impossível! Ela estende a criança e grita com uma voz ensurdecedora:
"Esse filho é seu!"
O meu relógio desperta, eu levanto desesperado, soado, angustiado, quase chorando. Levanto nervoso e vou direto para o banheiro tomar um banho. Aquele sonho ficou na minha cabeça, eu não conseguia parar de pensar na minha esposa que estava grávida e nem naquela criança nos braços daquela mulher com o véu negro.  Me seco, vou para o quarto, quando eu percebo minha mulher não esta deitada, vou correndo pela casa gritando o seu nome, mas nenhuma resposta me vem só o que eu escutava era o cachorro do vizinho latindo lá fora. Então eu escuto o meu celular tocando, ele estava em repouso sobre a cama, pego violentamente... Atendo.
"Alô! Quem tá falando?"
"Oi amor, sou eu."
"Cadê você querida? Onde você está? O que houve? Que voz é essa?"
"Eu estou no hospital, passei mal durante a noite, tentei te acordar, mas você não acordava, estava de debatendo sobre a cama, então eu peguei o carro e vim até aqui."
"Você era para ter me acordado! O que você está sentindo?"
"Nesse momento eu não estou sentindo quase nada, só dor..."
"Dor? Dor aonde?"
"No coração."
"Coração? Você está com problema de coração? Pelo amor de Deus querida, me fala o que está acontecendo, eu não tô conseguindo te entender."
"O nosso filho querido, o nosso filho..."
"O que aconteceu com ele? O QUE ACONTECEU COM ELE?"

*Nenhuma resposta, só um choro do outro lado, e então eu choro também... Eu já tinha quase certeza do que estava acontecendo*

"Querida, por favor... Fala comigo."
"Oi amor..."
"Diz que o nosso filho tá bem..."
"Eu tive uma hemorragia."

*Eu olho para a cama chorando, e me deparo com uma poça de sangue. Ela se cala e chora mais um pouco*

"O nosso filho faleceu amor... O nosso filho faleceu..."

Eu não conseguia descrever o que era aquilo que eu estava sentindo, eu chorei... Meu mundo desabou, aquilo com certeza foi pior que uma tentativa de suicídio, foi uma sensação fria, de vazio, aquilo era um massacre. No meu sonho a morte fez questão de entregar o meu filho, e só depois eu vi que aquilo tudo fez sentido pra mim.

sábado, 2 de abril de 2011

AIDS, SIDA, HIV, VIH... Tantos nomes e uma só doença.

A juventude de todos nós deve ser aproveitada como de qualquer outro adolescente, certo? Errado. A vida de alguns jovens tomam rumos completamente diferentes, cerca de 33 milhões de pessoas são infectadas no planeta, e a maioria delas são jovens. Eles se vêem em frente de um enorme leque de possibilidades e opções, mas as informações que recebem ficam de lado, e as prevenções também.
Alguns preconceituosos acham que contrair a doença é sinônimo de morte, pois associam o HIV aos homossexuais. Hoje temos muita informação para combater tanto o preconceito quanto para evitar a doença, que ainda é mortal. Dicas simples e informações certas podem nos livrar de muitos problemas
Tem quem diz que a AIDS se originou dos macacos africanos, mas ainda não fomos capazes de achar a sua cura, só a sua prevenção e sua forma de tratamento, um deles inclui o chamado coquetel, ele age diminuindo a quantidade do vírus no organismo e o dano que ele pode causar ao sistema imunológico.
Não contraímos a doença em um simples contato físico, mas sim no compartilhamento de seringas e agulhas, relação sexual sem proteção e outros meios que temos contato direto com o sangue infectado.
Infelizmente na medida em que vão tendo confiança no companheiro, os jovens abandonam o uso de preservativos e se expõe a certos tipos de doenças de forma mais dolorosa possível.  Ainda vivemos em um mundo onde há mais perguntas do que respostas, quanto mais às perguntas surgem outras fluem através delas. Enquanto algumas pessoas cruzam os braços e riem diante dessa situação, outras lutam pela sobrevivência.