Alguém entra na sua vida, rouba seu tempo, destrói sua confiança, agride sua auto-estima, estilhaça o pouco que resta da sua esperança no amor. E sai ileso. Não adianta desperdiçar sofrimento por quem não merece. É como escrever poemas em papel higiênico e limpar o cu com os sentimentos mais nobres." - Cazuza
Diante de minha face rondam as letras que eu nunca soube desvendar o por que as encontro em quase toda esquina. Apenas uso os meus dedos para que elas sumam e não atrapalhe a minha visão.
sábado, 9 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
assinado eu - tiê
[...]
Da primeira vez quem sugeriu,
Eu sei, eu sei, fui eu.
Da segunda quem fingiu
Que não estava ali também fui eu.
Mas em toda a história,
É nossa obrigação
Saber seguir em frente,
Seja lá qual direção.
Eu sei.
Tanta afinidade assim, eu sei que só pode ser bom.
Mas se é contrário, é ruim, pesado
E eu não acho bom.
Eu fico esperando o dia que você
Me aceite como amiga,
Ainda vou te convencer.
Eu sei.
E te peço, me perdoa,
Me desculpa que eu não fui sua namorada,
Pois fiquei atordoada,
Faltou o ar,
Faltou o ar.
[...]
Da primeira vez quem sugeriu,
Eu sei, eu sei, fui eu.
Da segunda quem fingiu
Que não estava ali também fui eu.
Mas em toda a história,
É nossa obrigação
Saber seguir em frente,
Seja lá qual direção.
Eu sei.
Tanta afinidade assim, eu sei que só pode ser bom.
Mas se é contrário, é ruim, pesado
E eu não acho bom.
Eu fico esperando o dia que você
Me aceite como amiga,
Ainda vou te convencer.
Eu sei.
E te peço, me perdoa,
Me desculpa que eu não fui sua namorada,
Pois fiquei atordoada,
Faltou o ar,
Faltou o ar.
[...]
Arda de raiva contra mim a intriga,
Morra de dor a inveja insaciável;
Destile seu veneno detestável
A vil calúnia, pérfida inimiga.
Una-se todo, em traiçoeira liga,
Contra mim só, o mundo miserável.
Alimente por mim ódio entranhável
O coração da terra que me abriga.
Sei rir-me da vaidade dos humanos;
Sei desprezar um nome não preciso;
Sei insultar uns cálculos insanos.
Durmo feliz sobre o suave riso
De uns lábios de mulher gentis, ufanos;
E o mais que os homens são, desprezo e piso.
- Zunqueira Freire.
Destile seu veneno detestável
A vil calúnia, pérfida inimiga.
Una-se todo, em traiçoeira liga,
Contra mim só, o mundo miserável.
Alimente por mim ódio entranhável
O coração da terra que me abriga.
Sei rir-me da vaidade dos humanos;
Sei desprezar um nome não preciso;
Sei insultar uns cálculos insanos.
Durmo feliz sobre o suave riso
De uns lábios de mulher gentis, ufanos;
E o mais que os homens são, desprezo e piso.
- Zunqueira Freire.
Eu nunca fui uma pessoa boa, sério, minhas mentiras cresceram, e como cresceram... Enfim, nunca fui uma pessoa boa, em questão de confiança sim, mas em questão de maldade, pra te fuder, e principalmente, pra me vingar, sou especialista nesses assuntos. Mas quando voc conhece uma pessoa que te faz ver o mundo com outros olhos a vida se torna mais clara, mágica, delicada, meiga e cheia de amor.
Antes eu era aquela, aquela que se fudia, e que era fudida. Que se fudia por um amor que nunca existiu ou por que eu queria que existisse, ou talvez era impossível. Apendi várias coisas com esse amor impossível, principalmente é que não se deve insistir em uma coisa que não foi feita pra você, e sim em uma coisa que é reservada pra você.
Minhas promessas foram fúteis e em vão, acho que nem foram feitas para eu cumprir, mas para confortar as pessoas que viviam a minha volta, acho que foi isso... Chegou uma fase que eu não sabia se sonhava pra viver ou se vivia pra sonhar, estava totalmente afundada na vida que eu não queria pra mim, sofrendo por ilusões e tento amigos-inimigos, não sei por onde anda a maioria deles.
Atualmente posso dizer que dei a volta em todas aquelas restrições, e quando olho pro meu passado vejo como eu era irresponsável e imatura, como era besta, burra... Otária. Me prejudiquei por besteira, mesmo.
Me privo de escrever certas coisas por que não quero que ninguém pense que eu estou falando mal de ninguém.
Quer saber, foda-se pro que você pensa.
Antes eu era aquela, aquela que se fudia, e que era fudida. Que se fudia por um amor que nunca existiu ou por que eu queria que existisse, ou talvez era impossível. Apendi várias coisas com esse amor impossível, principalmente é que não se deve insistir em uma coisa que não foi feita pra você, e sim em uma coisa que é reservada pra você.
Minhas promessas foram fúteis e em vão, acho que nem foram feitas para eu cumprir, mas para confortar as pessoas que viviam a minha volta, acho que foi isso... Chegou uma fase que eu não sabia se sonhava pra viver ou se vivia pra sonhar, estava totalmente afundada na vida que eu não queria pra mim, sofrendo por ilusões e tento amigos-inimigos, não sei por onde anda a maioria deles.
Atualmente posso dizer que dei a volta em todas aquelas restrições, e quando olho pro meu passado vejo como eu era irresponsável e imatura, como era besta, burra... Otária. Me prejudiquei por besteira, mesmo.
Me privo de escrever certas coisas por que não quero que ninguém pense que eu estou falando mal de ninguém.
Quer saber, foda-se pro que você pensa.
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